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OperGama
Conceito

Domótica Zero

A melhor domótica é a que deixa de exigir atenção. Não é ausência de tecnologia. É o contrário.

A pergunta

A domótica pergunta: «O que queres controlar?»

A Domótica Zero pergunta outra coisa. «Porque é que ainda tens de controlar?»

O limite

Mais tecnológica. Não menos exigente.

Ligar luzes pelo telemóvel. Abrir estores. Ajustar a temperatura. Ver câmaras. Comandar tomadas. É uma visão limitada da casa inteligente.

Estamos a tornar a casa mais tecnológica, mas continuamos nós a ter de gerir a tecnologia. O verdadeiro salto acontece precisamente quando deixamos de ter de fazer isso.

Protásio Ramos, fundador da OperGama
A definição

Zero não é menos tecnologia. É menos atenção exigida.

O que é

  • Integração ao ponto de a complexidade sair da experiência
  • Uma casa que se comporta como um sistema, não como um conjunto de aparelhos
  • Menos decisões pequenas todos os dias
  • Tecnologia que se nota menos à medida que funciona melhor

O que não é

  • Ausência de domótica ou de equipamento
  • Uma casa cheia de ecrãs, aplicações e notificações
  • O proprietário a tornar-se técnico da própria casa
  • Perder a decisão sobre o que acontece em sua casa
A evolução

Da casa conectada à casa autónoma.

Entre as três há uma diferença enorme. É nessa distância que está o trabalho.

Casa conectada

«Eu consigo controlar isto remotamente.»

Casa inteligente

«Eu consigo perceber o que está a acontecer.»

Casa autónoma

«Eu trato disso.»

A casa autónoma é para onde estamos a construir. As primeiras habitações já estão a ser instaladas.

Não queremos criar uma casa que tenha mais tecnologia. Queremos criar uma casa que exija menos atenção do seu proprietário.

Protásio Ramos, fundador da OperGama
A salvaguarda

Delegar não é perder o controlo.

Tirar trabalho não é tirar a decisão. É o contrário. Quanto mais a casa trata da gestão, mais importante é que as escolhas com consequência continuem a ser suas.

Confirmação obrigatória

Qualquer acção com impacto físico fica pendente até que a confirme. O Agente observa, analisa e propõe. Não executa. Está definido na arquitectura e não se pode desligar na interface.

Documento OG-ARQ-001 · Secção 5.2

A casa do futuro não se define pelo que conseguimos controlar. Define-se pelo que conseguimos finalmente delegar. Delegar com confirmação continua a ser delegar.

O que se ganha

A tecnologia é o meio. O objectivo é outro.

Uma casa consome energia. Precisa de manutenção. Precisa de segurança. Tem equipamentos, avarias e necessidades. Hoje essa gestão está sobre os ombros do proprietário. A ideia é inverter isso.

Autonomia

A casa deixa de depender de alguém que se lembre de a configurar, corrigir e vigiar.

Simplicidade

Uma casa em vez de doze aplicações. Um sistema em vez de aparelhos que não falam entre si.

Conforto

Temperatura, luz e sombra ajustadas ao uso real, sem ninguém pensar nisso.

Eficiência

Consumo lido, comparado e explicado. Propostas concretas em vez de um número no fim do mês.

Tempo

Acima de tudo. As pequenas decisões que deixa de ter de tomar todos os dias.

Discrição

Quanto melhor a casa funcionar, menos a tecnologia deve aparecer. Mede-se pelo que deixa de ser preciso fazer.

Energia

Não basta saber quanto se gastou.

Solar, armazenamento, carregamento de veículo e equipamento ligado podem tornar uma casa bastante mais eficiente. Esse potencial só se realiza quando todos comunicam e decidem em conjunto.

Não queremos que a casa diga apenas quanto se gastou. Queremos que perceba como a energia deve ser usada e que proponha essa optimização por iniciativa própria, sempre sujeita à sua confirmação.

Ver a gestão de energia →
A direcção

Hoje somos nós que monitorizamos a casa.

A próxima geração de habitações deverá monitorizar-se a si própria. Perceber padrões. Antecipar necessidades. Detectar anomalias. Optimizar energia. Prever manutenção. Adaptar-se a quem lá vive.

É o caminho que estamos a construir. Começou nas primeiras habitações, em Portugal.

Como se concretiza

O OperGama OS é o meio, não o centro.

A Domótica Zero é a visão. O OperGama OS é a infraestrutura que a torna possível. Organiza equipamentos, energia, climatização, segurança e manutenção numa representação única da habitação.

Sem essa camada comum, cada aparelho é mais uma coisa para gerir. Por isso começámos pelo software e pela norma, não por um catálogo.

Quer uma casa que lhe exija menos atenção?

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